segunda-feira, 16 de dezembro de 2019
HISTÓRIA SOCIAL DA CRIANÇA
SENTIMENTOS DA INFÂNCIA
COMENTÁRIO
O texto apresenta que na idade medieval não havia um sentimento de infância, ou seja não havia uma preocupação com a particularidade da criança, onde não existia a distinção entre a criança e o adulto ou mesmo do jovem. Esse sentimento não significava afeição pelas crianças, mas estava ligado a compreensão de que a criança precisava ser tratada diferente do adulto.
O texto relata também que quando a criança mesmo sendo pequena tinha condição de independência da sua mãe ou da ama ela passava a participar de todas as atividades existentes na sociedade, como trabalho, armas jogos, brincadeiras, festas, participando assim juntamente com os adultos.
Pode-se observar que no texto as famílias quando tinham filhos adultos e crianças, só eram contados os adultos, pois era comum as crianças morrerem facilmente.
Já no século XIV UMA TENDÊNCIA PASSOU A VALORIZAR MAIS UM POUCO A CRIANÇA ATRAVÉS DA RELIGIÃO, do poético familiar, sendo assim nos séculos XVI e XVII foi atribuído as crianças mais particularidade criando-se um traje específico para elas, o que até então não existia, pois elas vestiam-se igual aos adultos.
Com o passar do tempo passou-se a paparicação que era um sentimento onde os pais, os cuidadores de crianças passaram a demonstrar carinhos pelas crianças dando-lhes mimos, brincando, contando histórias e dando gargalhadas com as gracinhas feitas pelas crianças.
Já os moralistas e os educadores tinham o sentimento de se preocuparem com a educação e com a disciplina dessas crianças. Logo esse sentimento chegou também as famílias.
Assim a vida escolar na idade medieval não separava a aprendizagem das crianças da aprendizagem dos adultos, pois ambos aprendiam juntos sem distinção do ensino.
Finalmente com o novo sentimento de infância houve uma separação entre o ensino prestado as crianças e o dos adultos, ou seja, um ensino mais voltado para as crianças.
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